Apostar em influenciadores virtuais se tornou uma forma de humanização da marca que muitas empresas já estão usando

Você já ouviu falar em influenciadores digitais e o quanto eles podem fazer diferença para uma marca. Mas e influenciadores virtuais? Sabe o que é essa tendência?

Os virtual influencers não existem no mundo real, apenas em ambiente digital. São personagens fictícios, criados por meio de computação gráfica, inteligência artificial e modelagem 3D.

Apesar de não serem humanos, se parecem muito com um. Têm características humanas, aparência e personalidade própria, escolhem o que vão vestir, com quem sair, namorados e, inclusive, ganham muito dinheiro por meio de posts patrocinados e conteúdos pagos de diferentes marcas.

Entenda a tendência dos influenciadores virtuais

A moda pegou para valer e eles estão explodindo. Talvez você não saiba, mas a maior referência no mundo é brasileira: a Lu, da Magazine Luiza. Ela já foi até mesmo capa da revista Vogue e tem, em todas as redes, 31,2 milhões de seguidores.

Criada há mais de 10 anos, a Lu se apresenta no Instagram como influenciadora digital, criadora de conteúdo e especialista digital da empresa. Já são 6 milhões de seguidores só nessa rede social, o que confere a ela o posto de mais seguida no mundo ultrapassando, inclusive, a Barbie.

Ela começou a ganhar espaço interagindo no Twitter e logo a proposta foi crescendo – ela responde dúvidas e reclamações de clientes, interage com artistas e outros influenciadores reais e faz propaganda em outros veículos.

Como tudo começou

Apesar de ser a mais seguida no planeta, não foi a Magazine Luiza que começou com a tendência.

A pioneira no ramo de influenciadores virtuais foi a Lil Miquela. Com 3 milhões de seguidores no Instagram, ela não representa uma marca específica e faz publiposts para nomes como Chanel, Prada, Supreme e Vans, por exemplo.

Ela estreou na rede social em 2016 com o título de “garota propaganda” e é conhecida também por se posicionar sobre assuntos relevantes da atualidade como política, meio ambiente e questões de diversidade.

Marcas contratam influenciadores

Cada vez mais marcas têm contratado influenciadores digitais para fazer propaganda dos seus negócios, entre elas grandes nomes como Samsung, KFC, Dior, Balenciaga, Balmain, Louis Vuitton e Vogue.

Segundo uma pesquisa da HypeAuditor, esse novo formato de conteúdo tem rendido três vezes mais engajamento nas redes sociais. Hoje o Brasil já ocupa o 2º lugar na lista de audiência de virtual influencers. Os Estados Unidos (23%) lideram a lista global, seguido por Brasil (9%), Rússia (5%) e Turquia (3%).

Seguindo a tendência, startups que trabalham no desenvolvimento dessas estratégias têm seguido o crescimento. No Brasil, outras marcas já lançaram seus próprios influenciadores virtuais: Nat Natura, Baianinho das Casas Bahia, Elô da Cielo e, recentemente, a apresentadora Sabrina Sato lançou sua própria influenciadora, a Satiko.

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